O que você verá hoje:
Assalto brutal;
Mercado de criptomoedas;
Reserva de Bitcoin;
“Bitcoin fracassou”;
CriptoDrops: prazo de validade de uma moeda.
Assalto brutal
O fato. Um tribunal do Canadá condenou Tsz Wing Boaz Chan a sete anos de prisão por participar de um brutal assalto a residência que resultou no roubo de aproximadamente R$ 9 milhões em Bitcoin após 13 horas de sequestro e tortura contra uma família em Port Moody, Colúmbia Britânica. O juiz responsável pelo caso descreveu o crime como “elaboradamente planejado” e marcado por “violência extrema”.
O motivo. Durante as 13 horas de cativeiro, as vítimas foram submetidas a torturas físicas e psicológicas para fornecimento das senhas de acesso às carteiras de Bitcoin. Os criminosos algemaram e espancaram o casal, além de submetê-los à técnica de ‘waterboarding’, que simula afogamento.
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Mercado de criptomoedas
O Bitcoin (BTC) caiu 17,67% no mês de novembro e registrou seu pior desempenho mensal de 2025. Com essa queda, a criptomoeda acumula retornos anuais de apenas 4,35%, o que marca seu pior resultado em um ano pós halving. Já nesta segunda-feira (01), o BTC voltou a cair forte e teve perda de 5,1%, saindo de US$ 91.000 para US$ 86.629. A Dogecoin (DOGE) caiu 8,1% e liderarou as perdas do Top 10, enquanto o Ethereum (ETH) caiu 5,7% e XRP e Solana (SOL) tiveram perdas de 7% cada.
Altcoins promissoras para ficar de olho em Novembro de 2025
Pela primeira vez em sete anos, o Bitcoin (BTC) quebrou a tendência positiva do mês de outubro, registrando queda de 3,7% para o mês em 2025. E pela primeira vez isso ocorreu em pleno ano pós-halving, período visto como o momento no qual a criptomoeda deveria romper suas máximas.
Mas o pior ocorreu quando o Bitcoin chegou a cair mais de 10% e sofrer uma forte correção que o levou a ficar abaixo de US$ 100 mil. Apesar de ter se recuperado, a criptomoeda encontra dificuldades para romper o nível de US$ 106 mil.
Será que o ciclo de alta chegou ao fim antes do previsto pelos analistas?
O “uptober”, como é conhecido o mês de outubro, não teve o desempenho esperado, mas ainda faltam dois meses para 2025 chegar ao fim. E como podemos ver na tabela acima, novembro tem um dos melhores históricos para o Bitcoin, com valorização média superior a 60%.
E isso não vale apenas para o Bitcoin, já que tokens em pré-venda, como o Bitcoin Hyper ($HYPER), já registram mais de US$ 25 milhões em vendas. O $HYPER conseguiu esse feito mesmo com a forte queda no preço da criptomoeda, mostrando que os tokens em pré-venda já estão seguindo seu caminho independente.
Sim, há espaço para mais valorizações, e se o Bitcoin repetir o histórico de 2024 em novembro, seu preço pode atingir mais de US$ 140 mil ainda neste mês. E nós estamos aqui para te mostrar as criptomoedas que prometem entregar os melhores retornos – de projeto e financeiros – ao longo de Novembro de 2025.
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Reserva de Bitcoin
O fato. O senador Jorge Seif defendeu, nesta sexta-feira, 28, durante a Blockchain Conference Brasil, que o país precisa avançar na criação de uma reserva soberana de Bitcoin e reduzir o excesso de regulação que, segundo ele, trava o potencial de inovação. Ele participou de um painel organizado pela Frente Parlamentar de Livre Mercado e afirmou que ignorar o BTC como “ouro digital” coloca o Brasil atrás de nações menores que já entenderam o valor estratégico do ativo.
O motivo. Seif insistiu que excesso de regras sempre atrapalhou a inovação no Brasil. Ele afirmou que empreendedores costumam enfrentar barreiras pesadas, mesmo quando o setor mostra enorme potencial. O senador repetiu que o país perdeu espaço global por causa de burocracia excessiva e citou a MP 3303 como exemplo.
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“Bitcoin fracassou”
O fato. O desenvolvedor salvadorenho Nelson Garay, conhecido no ecossistema como “Ishikawa”, reacendeu um debate sensível ao afirmar que a adoção do Bitcoin fracassou em El Salvador. Além disso, segundo ele, a criptomoeda também fracassou em outros locais que tentaram impulsionar seu uso no dia-a-dia.
O motivo. Ishikawa explicou que detesta “falsa publicidade”, algo que, segundo ele, domina a narrativa nacional sobre Bitcoin. Em suas palavras, a promoção do governo não reflete a realidade do país, onde a população vê a moeda digital como distante de seus problemas diários.
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CriptoDrops: tempo de vida das moedas
“A expectativa média de vida de uma moeda fiduciária é de apenas 27 anos.” (Demelza Hays)
Quanto tempo dura uma moeda fiduciária?
Para responder a esta pergunta, precisamos entender como uma moeda pode “morrer”. Isso pode acontecer pela sua destruição via hiperinflação (como ocorreu com várias moedas no Brasil) ou pelo seu desuso como moeda de reserva global, como foi o caso da libra esterlina inglesa.
Desde o século XVIII, já se registraram cerca de 800 moedas fiduciárias diferentes. Num estudo de 775 moedas fiat do passado e presente, feito por Demelza Hays no artigo Fiat Currencies Are Breathing Their Last Breath, concluiu-se que a “expectativa de vida” média dessas moedas é de apenas 27 anos.
Isso significa que, historicamente, a maioria das moedas nacionais — com papel de moeda estatal — tende a ser substituída, reformada ou desaparecer no prazo de poucas décadas. A causa da extinção pode variar, indo desde a já citada hiperinflação até guerras, reformas monetárias; descolonizações ou perda de demanda global, o que “destrói” a moeda como padrão financeiro.
Hoje, a libra esterlina é considerada a moeda fiduciária (ou de cunhagem contínua) de mais longa duração, com seu uso datando do século VII – ainda antes da unificação da Inglaterra como um único território. Ela foi a principal moeda de reserva do planeta por mais de um século até ser superada pelo dólar em 1944.
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