O que você verá hoje:
Crise na DOT;
Mercado de criptomoedas;
Risco de centralização;
Golpe 3.0;
CriptoDrops: a paixão pela escassez.
Crise na DOT
O fato. Em um movimento estratégico para fortalecer sua estabilidade financeira, a Polkadot está considerando a criação de uma reserva em Bitcoin no valor de US$ 2 milhões. A proposta, que vem ganhando apoio dentro do ecossistema, visa reduzir a exposição às volatilidades do mercado e abrir novas oportunidades no setor de finanças descentralizadas (DeFi).
O motivo. Os defensores da proposta argumentam que uma reserva em Bitcoin pode trazer maior segurança econômica para a Polkadot, funcionando como um hedge contra a desvalorização do DOT. Além disso, a medida pode atrair novos projetos DeFi, já que a interoperabilidade com Bitcoin aumenta as possibilidades de uso dentro da rede.
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Mercado de criptomoedas
Apesar dos temores com uma possível escalada do conflito entre Israel e Irã, o Bitcoin (BTC) conseguiu se recuperar. Houve uma alta de 1,7% nesta segunda-feira (16) que fez a criptomoeda voltar ao patamar de US$ 106 mil. Já o Top 10 amanheceu predominantemente em alta: Solana (SOL) teve alta de 75% e o Ethereum (ETH) se valorizou 4,1%.
Altcoins promissoras para ficar de olho em Junho de 2024
Os últimos meses foram duros para o Bitcoin, que viu seu preço cair de quase US$ 110 mil para menos de US$ 90.000. Mas quem teve paciência e soube comprar quando o preço estava em queda teve um retorno de 11% em maio. Foi o melhor resultado da criptomoeda para este mês desde 2020, o que fez o Bitcoin voltar para a região de US$ 100 mil.
Além disso, o Bitcoin renovou sua máxima histórica e atingiu US$ 111.900 diante de temores sobre a guerra comercial e a intenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de desvalorizar o dólar. E a fraqueza da moeda americana é algo que costuma preceder os grandes ciclos de alta do Bitcoin.
Caso isso realmente aconteça, o Bitcoin será o maior beneficiário deste contexto, sugando valor de praticamente todas as altcoins. Mas outros projetos tiveram alta de até 300% no mês, especialmente as pré-vendas. A Solaxy, por exemplo, superou a marca de US$ 43 milhões e se consolidou como a maior pré-venda de 2025. Já o Bitcoin Bull (BTCBULL) continua se beneficiando do rali de alta do Bitcoin.
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Risco de centralização
O fato. O Bitcoin perdeu parte de sua promessa original, de acordo com um novo relatório da exchange Gemini publicado em 11 de junho de 2025. Neste documento, a exchange revela que instituições centralizadas já detêm cerca de 31% de todo o suprimento circulante de BTC. O número equivale a 6,1 milhões de Bitcoins, avaliados em US$ 668 bilhões, que estão nas mãos de governos, fundos de índice (ETFs) e grandes empresas de capital aberto.
O motivo. Enquanto tesouros soberanos adquirem BTC principalmente via apreensões legais, os ETFs e companhias listadas em bolsas puxam a maior parte da concentração. Dessa forma, as três maiores entidades desses setores já controlam entre 65% e 90% de todos os Bitcoins alocados institucionalmente. No entanto, mais de 40% da oferta total ainda está nas mãos de investidores individuais.
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Golpe 3.0
O fato. Um relatório divulgado nesta semana pela exchange Bitget revelou que os golpes no mercado criptomoedas atingiram um novo patamar tecnológico. Realizado em parceria com as empresas de segurança SlowMist e Elliptic, o estudo destaca que as fraudes estão cada vez mais sofisticadas.
O motivo. Conforme o relatório, as fraudes combinam inteligência artificial, deepfakes e manipulação psicológica. Segundo o documento, os usuários perderam mais de US$ 4,6 bilhões para golpes no ano passado, um aumento de 24% em relação a 2023. São fraudes mais próximas da realidade e, por isso, tendem a enganar os investidores com mais facilidade.
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CriptoDrops: a fé na escassez
“O desejo humano por exclusividade é um reflexo direto da nossa necessidade ancestral de competir por recursos limitados." (Geoffrey Miller)
Por que os seres humanos amam aquilo que é mais difícil de obter?
Não importa se é no amor, no trabalho ou em um simples jogo entre amigos. Os seres humanos sempre querem obter o que lhes é mais escasso ou difícil de conseguir. Seja um Royal Flush no pôquer ou uma moeda de ouro espanhola do século XVII, queremos ter em nossas mãos (ou no nosso currículo) o que poucos tiveram.
Essa tendência humana está profundamente enraizada em fatores psicológicos, sociais e até mesmo evolutivos. Veja, se você já colecionou cartas de Pokemon no passado, deve lembrar o quão valiosa e rara (e, por sua vez, desejada) era a carta do Mewtwo, o 150º pokemon da lista original.
Psicologicamente, a escassez desperta um senso de urgência e valor percebido maior. Quando algo é raro, nosso cérebro interpreta que aquilo possui um valor intrínseco superior, ativando mecanismos de recompensa e dopamina relacionados ao desejo e à conquista.
Esse fenômeno é conhecido como o princípio da escassez, popularizado na psicologia comportamental por Robert Cialdini. Tal princípio explica o motivo pelo qual nós adotamos o ouro como reserva de valor por milênios: ele é escasso, difícil de produzir e possui uma beleza diferente de qualquer outro metal.
E isso também explica o porquê de muitos bitcoinheiros simplesmente quererem mais e mais Bitcoins em suas carteiras. O BTC possui escassez absoluta: jamais existirão mais do que 21 milhões, e não há 1 BTC completo para cada milionário do planeta.
Por isso, quem tem BTC hoje já pode se considerar dono de um bem extremamente precioso – e que poucos querem vender. E todos estãos dispostos a se desfazer de moeda fiduciária para isso, já que esta é abundante em excesso e perde valor ao longo do tempo.
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