O que você verá hoje:
ETF de Chainlink;
Mercado de criptomoedas;
Alerta máximo;
Mudança de postura;
CriptoDrops: Bitcoin Rain.
ETF de Chainlink
O fato. A Grayscale deu o pontapé inicial na era dos ETFs de Chainlink (LINK). Na terça-feira (02), a empresa lançou o primeiro produto negociado em bolsa da criptomoeda nos Estados Unidos, marcando um importante marco para o projeto blockchain focado em oráculos. O novo produto é negociado sob o código GLNK e já está disponível na bolsa de Nova York (NYSE).
O motivo. De acordo com a Grayscale, o GLNK comprará LINK diretamente e fornecerá aos investidores acesso regulamentado para se beneficiarem do mercado emergente de infraestrutura de dados blockchain. No entanto, a empresa alertou que o GLNK é um produto de alto risco.
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Mercado de criptomoedas
O mercado de criptomoedas teve fortes altas nesta quarta-feira (03), com destaque para os ganhos de 7,4% do Bitcoin (BTC). Como resultado, a criptomoeda abriu o dia cotada acima de US$ 93.000, seu maior valor desde 28 de novembro. A Solana (SOL) teve alta de 11,9% e liderou os ganhos do Top 10, seguida pela Dogecoin (DOGE). No Top 100, a LINK disparou 20% alimentada pela aprovação do ETF da Grayscale, enquanto a SUI liderou os ganhos do dia com alta de 27%.
Altcoins promissoras para ficar de olho em Dezembro de 2025
O “moonvember” de 2025 não aconteceu como era esperado. Pelo contrário, o Bitcoin (BTC) caiu 17,39% no mês passado e teve sua pior desvalorização mensal em 2025. Foi também a segunda vez na história em que o Bitcoin fecha novembro em queda num ano que deveria ser de novas valorizações.
Com essa perda, o Bitcoin já acumula 32% de desvalorização desde que atingiu seu topo histórico em US$ 126 mil, no começo de outubro. Para vários analistas, o fundo do poço chegou antes da hora, enquanto outros projetam que na verdade foi o bull market que foi adiado – e ficará apenas para 2026.
Dos anos de rali pós-halving, 2025 é o que tem o desempenho mais fraco até o momento. Por outro lado, a atual queda não foi tão severa quanto as anteriores, levando a crer que este ciclo de baixa deverá ser mais ameno.
Se o Bitcoin não teve destaque, pré-vendas como o Bitcoin Hyper ($HYPER) e Maxi Doge ($MAXI) já registram mais de US$ 30 milhões e lideraram os ganhos do ano. Vários traders já começam a migrar seu capital para essas joias em uma tentativa de usar seu potencial de valorização para recuperar seus portfólios. E você pode fazer o mesmo.
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Alerta máximo
O fato. O Banco Popular da China (PBOC) acionou seu modo de combate. Motivo: um preocupante ressurgimento da especulação e das negociações com criptomoedas no país, onde tais atividades são expressamente proibidas desde 2021. O aumento levou o banco central a convocar uma reunião de coordenação e a anunciar uma ofensiva repressiva mais intensa.
O motivo. O foco da nova investida recai com força sobre as stablecoins, consideradas pela autoridade monetária como um vetor de risco especialmente perigoso. O Banco Central alertou que essas moedas digitais, lastreadas em ativos como o dólar, falham em cumprir regras essenciais de identificação de clientes e combate à lavagem de dinheiro.
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Caminhos opostos. ETFs de Solana registram maior volume de saídas desde lançamento.
Mudança de postura
O fato. Enquanto a China reforça seu combate às criptomoedas, a gestora Vanguard segue o caminho inverso, já que ela decidiu liberar a negociação de ETFs e fundos que detêm criptomoedas, abrindo espaço para que seus clientes tenham acesso a produtos lastreados em ativos como Bitcoin, Ethereum, Solana e XRP.
O motivo. A mudança representa uma das maiores revisões de política já adotadas pela gestora e marca um novo movimento de aproximação entre o setor de finanças tradicionais e o mercado de ativos digitais. Em agosto de 2024, o então CEO Salim Ramji reiterou que não havia planos de incorporar ETFs cripto ao portfólio da corretora, mas a empresa decidiu mudar sua postura agora.
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CriptoDrops: Bitcoin Rain
“Quando investidores pediram resgate em março de 2013, o gestor alegou ter sofrido um ataque hacker.” (Autos do processo)
O que foi o Bitcoin Rain?
A exchange Mercado Bitcoin (MB) é uma das maiores plataformas de criptomoedas da América Latina, e seu nome virou sinônimo da criptomoeda por muito tempo. Infelizmente, ela também está envolvida num dos primeiros golpes a ganhar destaque na comunidade bitcoiner do Brasil: o caso Bitcoin Rain.
O Bitcoin Rain era um suposto fundo apresentado por Leandro Marciano César, que foi CEO da plataforma entre 2011 e 2013. Ele não estava vinculado diretamente ao Mercado Bitcoin, pois tinha o seu próprio site (bitcoinrain.com), mas como ambos eram do mesmo dono, ainda há pessoas que fazem essa associação.
César apresentava o Bitcoin Rain como um “fundo” que prometia rendimentos fixos muito altos (da ordem de dois dígitos ao mês). Nada diferente de pirâmides que vimos em outros casos aqui neste CriptoDrops: os rendimentos eram pagos com o valor depositado por novos participantes.
O fundo ganhou destaque a aprtir de março de 2013, quando o Bitcoin teve seu primeiro rali de alta pós-halving. Na época o preço da criptomeda saiu de poucas centenas de dólares e atingiu seu topo histórico de US$ 1.100, e essa valorização fez com que os “investidores” do Bitcoin Rain começassem a pedir seus Bitcoins de volta.
No entanto, a onda de saques começou a aumentar e César alegou que o fundo havia sofrido um ataque hacker e que os bitcoins tinham sido roubados. A partir daí, os clientes do Bitcoin Rain perderam acesso ao seu dinheiro e muitos sofreram prejuízos consideráveis. Uma série de processos contra César começaram a surgir e a perícia técnica concluiu que não houve evidência de ataque hacker.
Em 2023, 10 anos após o fim do Bitcoin Rain, o MB foi condenado pela Justiça a devolver 2.000 BTC a clientes que foram lesados no caso, o que dava R$ 300 milhões em indenizações a preços da época. O Mercado Bitcoin recorreu, argumentando que, na data dos fatos, a exchange não era pessoa jurídica e que a responsabilidade seria exclusiva do gestor do fundo.
De fato, a parte da controvérsia nasceu porque o domínio mercadobitcoin.com.br (que hoje é o site da exchange) também estava, naquele período inicial, ligado a César antes de a exchange Mercado Bitcoin tornar-se pessoa jurídica em maio de 2013. Mas como o Bitcoin Rain tinha seu próprio site, as gestões subsequentes do MB sempre alegaram que a empresa não teve vínculo com a fraude.
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