Novas regras sob ataque
Congresso pode barrar novas resoluções do Banco Central no Brasil
O que você verá hoje:
É de mais de 1.000%;
Mercado de criptomoedas;
Hyperliquid pausa operações;
Novas regras sob ataque;
CriptoDrops: privacidade x segurança.
É de mais de 1.000%
O fato. A Haycoin (HAY) surpreendeu o mercado cripto ao registrar uma alta superior a 1.000% em um único dia. Desse modo, tornou-se uma das memecoins mais “raras” e valiosas do mundo. Em apenas 24 horas, o preço do token disparou de US$ 38.540 para quase US$ 340.000, antes de corrigir para cerca de US$ 114.000, segundo dados do CoinMarketCap.
O motivo. O salto aconteceu após o anúncio da UNIfication, uma proposta que introduz um mecanismo de queima de tokens UNI para reduzir a oferta da Uniswap. Como o criador da Haycoin é Hayden Adams, o mesmo fundador da Uniswap, qualquer novidade positiva sobre a plataforma costuma impulsionar o valor de HAY.
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Mercado de criptomoedas
O Top 10 registrou desempenhos mistos nesta quinta-feira (13), com destaque para a alta de 3,9% no preço da XRP. Já a Dogecoin (DOGE) caiu 0,3% e o token LDO teve leve alta de 0,1%, apesar da queda de 0,4% do Ethereum (ETH). Pelo lado negativo, o Bitcoin (BTC) teve perda de 1,6% e recuou para US$ 103 mil, voltando a se aproximar do suporte de US$ 100 mil, e a Solana (SOL) se desvalorizou 2,1%. A QNT se valorizou 7,7% e liderou as altas do Top 100 e o token da Pump.fun (PUMP) sofreu perda de 10%.
Altcoins promissoras para ficar de olho em Novembro de 2025
Pela primeira vez em sete anos, o Bitcoin (BTC) quebrou a tendência positiva do mês de outubro, registrando queda de 3,7% para o mês em 2025. E pela primeira vez isso ocorreu em pleno ano pós-halving, período visto como o momento no qual a criptomoeda deveria romper suas máximas.
Mas o pior ocorreu quando o Bitcoin chegou a cair mais de 10% e sofrer uma forte correção que o levou a ficar abaixo de US$ 100 mil. Apesar de ter se recuperado, a criptomoeda encontra dificuldades para romper o nível de US$ 106 mil.
Será que o ciclo de alta chegou ao fim antes do previsto pelos analistas?
O “uptober”, como é conhecido o mês de outubro, não teve o desempenho esperado, mas ainda faltam dois meses para 2025 chegar ao fim. E como podemos ver na tabela acima, novembro tem um dos melhores históricos para o Bitcoin, com valorização média superior a 60%.
E isso não vale apenas para o Bitcoin, já que tokens em pré-venda, como o Bitcoin Hyper ($HYPER), já registram mais de US$ 25 milhões em vendas. O $HYPER conseguiu esse feito mesmo com a forte queda no preço da criptomoeda, mostrando que os tokens em pré-venda já estão seguindo seu caminho independente.
Sim, há espaço para mais valorizações, e se o Bitcoin repetir o histórico de 2024 em novembro, seu preço pode atingir mais de US$ 140 mil ainda neste mês. E nós estamos aqui para te mostrar as criptomoedas que prometem entregar os melhores retornos – de projeto e financeiros – ao longo de Novembro de 2025.
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Hyperliquid pausa operações
O fato. A exchange descentralizada de derivativos Hyperliquid interrompeu depósitos e saques nesta quarta-feira (12) após uma operação suspeita com a memecoin POPCAT causar volatilidade e perdas para o protocolo. De acordo com registros on-chain, a plataforma suspendeu as transações por volta das 11h22 (horário de Nova York), e uma transação no ArbiScan confirmou a pausa temporária.
O motivo. Um trader cuja identidade não foi descoberta abriu posições compradas (“longs”) em POPCAT, totalizando aproximadamente US$ 20 milhões em ordens a um preço médio de US$ 0,21. Quando o operador retirou a “muralha de compra” que sustentava o preço, o valor do ativo caiu rapidamente, levando à liquidação total das posições, com o prejuízo absorvido pelo Hyperliquidity Provider (HLP).
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Novas regras sob ataque
O fato. O deputado Rodrigo Valadares (União/SE) apresentou à Câmara dos Deputados o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 1007/2025, que busca sustar os efeitos das Resoluções 519, 520 e 521 do Banco Central do Brasil. As normas tratam do enquadramento regulatório de stablecoins e determinam que sejam tratadas como operações de câmbio.
O motivo. De acordo com Valadares, o Banco Central extrapolou suas competências legais ao classificar as stablecoins como instrumentos cambiais. Ele argumenta que a Lei nº 14.478/2022, conhecida como Marco Legal das Criptomoedas, não equiparou esses ativos à moeda estrangeira nem concedeu autorização para tal interpretação. Assim, o parlamentar afirma que o órgão “invadiu a competência do Legislativo”
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CriptoDrops: privacidade x segurança
“Argumentar que você não se importa com o direito à privacidade porque não tem nada a esconder é o mesmo que dizer que não se importa com a liberdade de expressão porque não tem nada a dizer.” (Edward Snowden)
Até onde vai o limite da liberdade?
O dilema entre privacidade e segurança é um dos debates mais complexos do mundo moderno. De um lado, cidadãos que querem realizar operações ou ter conversas sem que o governo possa espioná-los; do outro, a segurança pública e nacional exige meios de monitorar ameaças, prevenir crimes e proteger esses mesmos cidadãos.
Quem vence essa disputa? Por enquanto, os governos infelizmente estão ganhando a luta contra a privacidade. Essa vitória pode ser vista em projetos como as resoluções de criptomoedas promulgadas pelo Banco Central do Brasil (BC), que colocam uma séria ameaça à privacidade nas transações com criptomoedas.
O problema surge quando governos ou empresas ampliam seus poderes de vigilância sob o pretexto de “segurança”, acabando por invadir a vida das pessoas comuns. É esse princípio que motiva a criação das regras do BC, que são inspiradas na intervencionista legislação MiCA da União Europeia, que trata a privacidade como uma presunção de crime por princípio.
É importante compreender que agir de forma privada não é o mesmo que agir de forma criminosa — a privacidade é o espaço onde o indivíduo pode pensar, se expressar e agir sem coerção ou medo de julgamento.
Pessoas que utilizam ferramentas de criptografia, redes privadas ou que limitam o acesso aos seus dados não estão escondendo crimes, mas defendendo sua autonomia em uma era de hiperexposição digital. E atentar contra esse princípio é o passo decisivo para entrarmos num cenário de vigilância totalitária.
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