O que você verá hoje:
Deslistagem;
Mercado de criptomoedas;
Recorde cauteloso;
Operação hacker estatal;
CriptoDrops: guerra cibernética.
Deslistagem
O fato. A Coinbase, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo, informou que irá suspender as negociações de cinco altcoins em suas plataformas no próximo dia 26 de novembro, por volta das 16h (horário de Brasília). Essa medida afetará os tokens Clover Finance (CLV), EOS (EOS), League of Kingdoms Arena (LOKA), Muse DAO (MUSE) e Wrapped Centrifuge (WCFG).
O motivo. A corretora explicou que monitora regularmente os ativos listados para verificar se eles continuam atendendo aos padrões de conformidade, segurança e liquidezestabelecidos pela companhia. A Coinbase não especificou o motivo exato da suspensão de cada token, mas a decisão faz parte de seu processo contínuo de revisão.
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Mercado de criptomoedas
Em mais um dia de queda, o Top 10 registra perdas em todas as suas criptomoedas. A exceção foi, novamente, a Tron (TRX), cujo preço se valorizou 0,4% nesta quarta-feira (12), mas o Bitcoin (BTC) teve queda de 0,3% e ficou abaixo de US$ 105 mil. O preço da Solana (SOL) teve a maior queda do dia: 2,6%, e o Ethereum (ETH) se desvalorizou 1,5%. Os desempenhos foram mistos no Top 100, com o token CC se recuperando da forte queda de ontem e liderando as altas ao subir 17,2%. Já a memecoin TRUMP caiu 6,8% e teve a maior perda do dia.
Altcoins promissoras para ficar de olho em Novembro de 2025
Pela primeira vez em sete anos, o Bitcoin (BTC) quebrou a tendência positiva do mês de outubro, registrando queda de 3,7% para o mês em 2025. E pela primeira vez isso ocorreu em pleno ano pós-halving, período visto como o momento no qual a criptomoeda deveria romper suas máximas.
Mas o pior ocorreu quando o Bitcoin chegou a cair mais de 10% e sofrer uma forte correção que o levou a ficar abaixo de US$ 100 mil. Apesar de ter se recuperado, a criptomoeda encontra dificuldades para romper o nível de US$ 106 mil.
Será que o ciclo de alta chegou ao fim antes do previsto pelos analistas?
O “uptober”, como é conhecido o mês de outubro, não teve o desempenho esperado, mas ainda faltam dois meses para 2025 chegar ao fim. E como podemos ver na tabela acima, novembro tem um dos melhores históricos para o Bitcoin, com valorização média superior a 60%.
E isso não vale apenas para o Bitcoin, já que tokens em pré-venda, como o Bitcoin Hyper ($HYPER), já registram mais de US$ 25 milhões em vendas. O $HYPER conseguiu esse feito mesmo com a forte queda no preço da criptomoeda, mostrando que os tokens em pré-venda já estão seguindo seu caminho independente.
Sim, há espaço para mais valorizações, e se o Bitcoin repetir o histórico de 2024 em novembro, seu preço pode atingir mais de US$ 140 mil ainda neste mês. E nós estamos aqui para te mostrar as criptomoedas que prometem entregar os melhores retornos – de projeto e financeiros – ao longo de Novembro de 2025.
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Recorde cauteloso
O fato. O volume de Ethereum (ETH) negociado na Binance atingiu uma nova marca. Na segunda-feira (10), a exchange anunciou a chegada da marca de US$ 6 trilhões em ETH movimentados em 2025. Só que o crescimento também aponta que a especulação está se consolidando como o principal motor do mercado.
O motivo. Os dados de interesse em aberto corroboram essa tendência. Em agosto deste ano, o interesse em aberto de Ethereum na Binance ultrapassou US$ 12,5 bilhões, um novo recorde. Para se ter uma ideia, no auge da valorização do Ethereum em novembro de 2021, o pico foi de apenas US$ 2,5 bilhões. Ou seja, há um aumento na quantidade de posições alavancadas, que trazem mais risco ao mercado.
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Operação hacker estatal
O fato. A disputa entre China e Estados Unidos ganhou um novo e explosivo capítulo. O Centro Nacional de Resposta a Emergências de Vírus de Computador da China (CVERC) acusou o governo dos EUA de conduzir uma “operação hacker em nível estatal”. De acordo com o CVERC, o objetivo foi tomar posse de 127 mil Bitcoins.
O motivo. Na época da operação, o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) teria justificado a apreensão como parte de uma operação legal contra um suposto esquema de fraudes com criptomoedas no Sudeste Asiático. Washington nega todas as acusações e sustenta que a ação foi conduzida dentro da lei, enquanto a China sustenta sua posição com o fato de que os EUA incluíram os BTC apreendidos em sua reserva estratégica.
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CriptoDrops: guerra cibernética
“A próxima grande guerra não será travada com bombas, mas com bits.” (Richard Clarke)
Qual será o próximo campo de batalha?
Até a primeira metade do século XX, o conceito de estratégia militar afirmava que guerras eram ganhas com “boots on the ground”, ou seja, tropas no solo e invasão do território inimigo. O surgimento das bombas nucleares mudou essa lógica, com bombas que poderiam destruir cidades inteiras com apenas um avião ou o clique de um botão.
E o surgimento da Internet criou um novo campo de batalha, um no qual sequer é preciso haver destruição física para que um adversário vença o conflito. Chegamos ao conceito de guerra cibernética, que envolve combater o inimigo sabotando sua infraestrutura online.
Guerra cibernética é um tipo de conflito em que os ataques são realizados no ambiente digital, visando causar danos estratégicos, econômicos ou sociais a outro país. Não há bombardeios ou destruição física, e sim paralisação de serviços básicos visando criar uma situação de caos social, ou até obtenção de ganhos financeiros.
Nesta guerra, as estratégias não são comandadas por generais nem executadas por soldados, mas sim por hackers, que utilizam softwares maliciosos e espionagem digital. Sem precisar sair de casa, esses profissionais conseguem desestabilizar infraestruturas críticas — como redes elétricas, sistemas financeiros, bases militares ou redes de comunicação — e obter informações sigilosas.
Os países mais ativos nessa modalidade são Estados Unidos, Rússia, China, Irã, Coreia do Norte e Israel, que mantêm divisões especializadas dentro de suas forças armadas. Nos EUA, existe o US Cyber Command (USCYBERCOM), responsável por operações defensivas e ofensivas, enquanto a Rússia opera por meio de dois grupos: o GRU Unit 74455 (Sandworm) e do APT28 (Fancy Bear), ligados a ataques contra a Ucrânia e campanhas de desinformação.
A China é associada à Unidade 61398 do Exército de Libertação Popular, focada em espionagem industrial e cibernética global. O Irã patrocina o Charming Kitten e o APT33, que fazem ações de sabotagem a sistemas inimigos. Israel, por sua vez, tem o 8200 Unit, uma das mais sofisticadas do mundo, com atuação tanto em defesa quanto em operações de precisão digital.
Contudo, o mais famosos desses é o Lazarus Group, que não pertence oficialmente a nenhum estado, mas tem fortes ligações com o governo da Coreia do Norte. O grupo tornou-se famoso pelo roubo de criptomoedas e ataques contra exchanges, causando prejuízos de bilhões de dólares. O Lazarus está por trás dos maiores roubos de criptomoedas da história, como o ataque contra o protocolo Ronin em 2020.
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