O que você verá hoje:
Alerta da CVM;
Mercado de criptomoedas;
Mineradora encerra atividades;
Requintes de crueldade;
CriptoDrops: Bitcoin Banco.
Alerta da CVM
O fato. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou um alerta ao mercado na quinta-feira, 13 de novembro de 2025, informando que 24 plataformas de investimento estavam atuando sem autorização no país. Muitas delas oferecem serviços de criptomoedas.
O motivo. De acordo com a Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI), há indícios de que essas plataformas, por meio de seus sites, vêm captando clientes residentes no Brasil para operações com valores mobiliários, o que exige registro prévio na autarquia.
Confira também:
Mercado de criptomoedas
A correção do Bitcoin (BTC) não acabou no final de semana, com a criptomoeda registrando perdas de 10% nos últimos dias. Todo o Top 10 abriu em queda nesta segunda-feira (17), com destaque para as quedas de 1,7% da Tron (TRX) e da BNB, e a perda de 1,3% do Ethereum (ETH). Os tokens da Uniswap (UNI) e da Ethena (ENA) foram os únicos que tiveram altas relevantes no Top 100, enquanto o token da Internet Computer (ICP) liderou as perdas do dia.
Altcoins promissoras para ficar de olho em Novembro de 2025
Pela primeira vez em sete anos, o Bitcoin (BTC) quebrou a tendência positiva do mês de outubro, registrando queda de 3,7% para o mês em 2025. E pela primeira vez isso ocorreu em pleno ano pós-halving, período visto como o momento no qual a criptomoeda deveria romper suas máximas.
Mas o pior ocorreu quando o Bitcoin chegou a cair mais de 10% e sofrer uma forte correção que o levou a ficar abaixo de US$ 100 mil. Apesar de ter se recuperado, a criptomoeda encontra dificuldades para romper o nível de US$ 106 mil.
Será que o ciclo de alta chegou ao fim antes do previsto pelos analistas?
O “uptober”, como é conhecido o mês de outubro, não teve o desempenho esperado, mas ainda faltam dois meses para 2025 chegar ao fim. E como podemos ver na tabela acima, novembro tem um dos melhores históricos para o Bitcoin, com valorização média superior a 60%.
E isso não vale apenas para o Bitcoin, já que tokens em pré-venda, como o Bitcoin Hyper ($HYPER), já registram mais de US$ 25 milhões em vendas. O $HYPER conseguiu esse feito mesmo com a forte queda no preço da criptomoeda, mostrando que os tokens em pré-venda já estão seguindo seu caminho independente.
Sim, há espaço para mais valorizações, e se o Bitcoin repetir o histórico de 2024 em novembro, seu preço pode atingir mais de US$ 140 mil ainda neste mês. E nós estamos aqui para te mostrar as criptomoedas que prometem entregar os melhores retornos – de projeto e financeiros – ao longo de Novembro de 2025.
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Mineradora encerra atividades
O fato. A mineradora de Bitcoin Bitfarms decidiu abandonar o mercado de criptoativos depois de anos marcada por custos elevados, margens apertadas e sucessivas quedas de receita. A empresa anunciou que iniciará uma transição ampla e definitiva para infraestrutura de computação de alta performance e inteligência artificial, mudando totalmente o rumo de seu negócio.
O motivo. Essa mudança também acompanha a divulgação dos resultados do terceiro trimestre, quando a Bitfarms registrou um prejuízo líquido de US$ 46 milhões, valor muito acima das perdas de US$ 24 milhões observadas no mesmo período do ano anterior. Com isso, a empresa espera recuperar suas perdas investindo em um dos principais setores do momento.
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Requintes de crueldade
O fato. O assassinato brutal do empresário russo Roman Novak e de sua esposa, Anna Novak, chocou autoridades internacionais e expôs mais um capítulo violento ligado ao mundo das criptomoedas. Criminosos sequestraram, mataram e esquartejaram o casal nos Emirados Árabes Unidos depois de atraí-los para uma falsa reunião de negócios em um resort na região montanhosa de Hatta, próximo a Dubai.
O motivo. Novak ficou conhecido por desenvolver um aplicativo de investimentos em criptomoedas que prometia retornos rápidos. O esquema movimentou cerca de US$ 500 milhões antes de Novak desaparecer com os recursos, deixando investidores em vários países no prejuízo.
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CriptoDrops: Bitcoin Banco
“As empresas do GBB mentiram ao longo de todo o processo e não cumpriram com as obrigações, como a entrega de balancetes … não comprovaram ter os 7.000 bitcoins que afirmaram possuir.” (Decisão judicial)
Como identificar um possível golpista?
Existe uma regra tácita conhecida pelos bitcoiners que entraram no mercado antes de 2017: se algum “empresário” carrega os títulos de rei, sheik, faraó, príncipe, sultão (ou qualquer coisa do tipo) do Bitcoin, é quase certo que este sujeito está à frente de um esquema fraudulento que fará você perder dinheiro.
Foi o caso do infame “empresário” Cláudio José de Oliveira, que se autointitulava “Rei do Bitcoin”. Oliveira foi criador e diretor do Grupo Bitcoin Banco (GBB), grupo financeiro responsável por uma das maiores fraudes com criptomoedas na história do Brasil.
O Bitcoin Banco começou a operar como uma rede de exchanges (entre outras empresas) prometendo grandes retornos com arbitragens de Bitcoin. Sua principal plataforma era a NegocieCoins, que chegou a ter os maiores volumes de negociação do Brasil – com muitas suspeitas de que a empresa fraudava seus números.
Além disso, o GBB também oferecia “investimentos” em Bitcoin que pagavam juros muito acima do praticado pelo mercado. O esquema funcionou por alguns anos, mas em 2019, surgiram os primeiros sinais de crise: a empresa parou de liberar saques para investidores, alegando ter sofrido um “golpe” de saque duplicado por parte de clientes, resultando num suposto prejuízo de R$ 50 milhões.
No entanto, investigações posteriores da Polícia Civil do Paraná revelaram que o “ataque hacker” alegado pelo GBB para justificar os problemas era, na verdade, uma estratégia para mascarar o calote. Oliveira, sua esposa e várias pessoas foram presos e a Justiça decretou a falência do GBB em 2021.
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